Aplicações: Epilepsia

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  • 17 de julho de 2014
O uso de maconha para o tratamento da epilepsia é conhecido há pelo menos 500 anos, mas ganhou maior relevância nos últimos anos, com a repercussão de casos de diversas crianças que tinham dezenas ou centenas de convulsões por dia e conseguiram controlá-las. O efeito anticonvulsivante da planta, revelado em diversos estudos com animais, é produzido pelo canabidiol (CBD), substância que não produz a “viagem” típica da maconha e não causa dependência. Atualmente, um grande estudo clínico está em curso nos EUA para testar a eficácia do CBD no controle de epilepsias raras e sem cura. Em Israel, o programa de maconha medicinal do governo federal autoriza o uso da substância em crianças que não respondem a outros tratamentos.

84% das crianças com epilepsias graves e resistentes a tratamentos reduziram suas convulsões usando extratos de maconha ricos em canabidiol, segundo pesquisa de 2013 nos EUA.
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